Tenho comigo um caderno no qual registro todas as possibilidades de temas semanais e ciclos temáticos para as aulas na Casa do Sol. Tudo que me instiga vai para as páginas do meu caderno como palavra, frase ou desenho. Curiosamente, esse assunto – as emoções – é uma das minhas primeiras anotações, mas até agora não havia saído do papel.
Lembro quando fiz esse apontamento em letra de forma, ao lado de um pequeno coração rabiscado, como sugestão futura a mim mesma. Havia acabado de iniciar o curso “Cultivando o equilíbrio emocional – como navegar pelo mundo interno”, oferecido pelo Podcast Coemergência em 2020.
Desejo que esse ciclo de aulas nos inspire a cultivar uma vida emocional mais construtiva para a verdadeira felicidade. Ao longo das aulas, vamos buscar reconhecer os fluxos de desequilíbrio no corpo – para nomear, acalmar e transformar as emoções. Nossa intenção é ampliar a habilidade de fazer escolhas mais lúcidas diante de cada experiência.
*** 01.09 a 03.10 ***
Quer vir junto com a gente nessa jornada (presencial ou online)? Você pode ingressar como aluna(o) regular ou completar somente este ciclo. Entre em contato por e-mail (casadosolyoga@gmail.com), Instagram ou telefone (99198.6998).
. A cada semana, vou compartilhar com as alunas(os) estudos e práticas sobre a emoção da vez. Escolhi QUATRO entre as sete consideradas universais: raiva, tristeza, medo e alegria. No momento do tapetinho, faremos explorações no corpo: estimulando, sentindo, percebendo…
. Vou compartilhar também outras possibilidades de investigação sobre o tema: a linha do tempo de um episódio emocional, o atlas das emoções, podcasts sobre o assunto e etc.
“As emoções determinam nossa qualidade de vida. Elas acontecem em todos os relacionamentos que nos interessam: no trabalho, em nossas amizades, nas interações familiares e em relacionamentos íntimos. Podem salvar nossas vidas, mas, também, causar danos. Podem nos fazer agir de um modo que achamos realista e apropriado, mas também nos leva a agir de maneira extrema, causando arrependimento mais tarde.”
~ Paul Ekman